ELETIVA: UM PASSEIO PELA LITERATURA E CIÊNCIA AFRICANAS - Ciclo 1 - Atividade 4
DISCIPLINA: Eletiva: Um passeio pela Literatura e Ciência Africanas
AULA Nº 04 SEMANA: 23 a 27/08/2021 TURMAS: 6º e 7º anos - Ciclo 1
PROFESSOR (AS): Martha Aurélia e Nayane Maria
TÍTULO DA AULA: Autores e Cientistas da Literatura Africana.
ENTREGA DA ATIVIDADE: 03 de Setembro de 2021
ONDE
REALIZAR A ATIVIDADE: No caderno e/ou no
grupo de whatsapp da turma.
Olá,
turma! Nesta semana vamos conhecer mais um autor da literatura africana, a vida
e a obra do escritor Mia Couto e a biografia da cientista africana Rapelang
Rabana. Sigam as orientações abaixo.
Uma ótima semana a
todos (as)!😉
ASSUNTO:
Autores da Literatura Africana.
Biografia
Mia Couto nasceu e
foi escolarizado na Beira, cidade capital da província de Sofala, em Moçambique. Adotou o seu
pseudónimo porque tinha uma paixão por gatos. Com 14 anos de idade, teve alguns
poemas publicados no jornal "Notícias da Beira" e três
anos depois, em 1971, mudou-se para a cidade capital de Moçambique, Lourenço Marques (agora Maputo). Iniciou os estudos universitários em medicina, mas abandonou esta área no princípio
do terceiro ano, passando a exercer a profissão de jornalista depois do 25 de
Abril de 1974. Trabalhou na Tribuna até à destruição das suas
instalações em Setembro de 1975, por colonos que se opunham à independência.
Foi nomeado diretor da Agência de Informação de Moçambique (AIM) e
formou ligações de correspondentes entre as províncias moçambicanas durante o
tempo da guerra de libertação. A seguir trabalhou como diretor da revista Tempo até
1981 e continuou a carreira no jornal Notícias até 1985. Em
1983, publicou o seu primeiro livro de poesia, Raiz de Orvalho,
que, segundo algumas interpretações, inclui poemas contra a propaganda marxista militante.[4] Dois anos depois, demitiu-se da
posição de diretor para continuar os estudos universitários na área de biologia.
Além de considerado
um dos escritores mais importantes de Moçambique, é o escritor moçambicano mais
traduzido. Em muitas das suas obras, Mia Couto tenta recriar a língua
portuguesa com uma influência moçambicana, utilizando o léxico de várias
regiões do país e produzindo um novo modelo de narrativa africana. Terra Sonâmbula, o seu primeiro romance, publicado em 1992, ganhou o Prémio
Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos em 1995 e foi
considerado um dos dez melhores livros africanos do século XX por um júri
criado pela Feira do Livro do Zimbabué. A 25 de Novembro de 1998 foi feito
Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.[5] Em 2007, foi entrevistado pela
revista Isto É.[6] Foi fundador de uma empresa de
estudos ambientais da qual é colaborador.[7]
Em 2013 foi
homenageado com o Prémio Camões, que lhe foi
entregue a 10 de Junho no Palácio de Queluz pelas mãos
dos então presidentes de Portugal, Cavaco Silva, e do Brasil, Dilma Rousseff.[8]
Obras
Mia Couto tem uma
obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, contos, romance e
crónicas, e é considerado como um dos escritores mais importantes de
Moçambique. As suas obras são publicados em mais de 22 países e traduzidas
em alemão, francês, castelhano, catalão, inglês e italiano.
Em muitas obras
suas, Couto dá um contributo significativo de recriar a língua portuguesa,
incorporando vocabulário e estruturas específicas de Moçambique, portanto produzindo um novo modelo
para a narrativa africana. Estilisticamente, a sua escrita é influenciada
do realismo mágico, um movimento
popular nas literaturas latino-americanas modernas. Contudo, por sua literatura
ser africana, o termo "mágico" não aplica, sendo classificada
como Realismo Animista. O seu uso de
linguagem faz lembrar o escritor brasileiro João Guimarães Rosa, mas também é influenciado pelo
escritor Jorge Amado. É conhecido por
criar provérbios, às vezes conhecidas como "improvérbios", nas suas
obras de ficção, assim como enigmas, lendas, e metáforas, dando uma dimensão poética sobretudo.[10]
Mia Couto escreve
para adultos como para crianças.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mia_Couto
Atividade
Proposta:
- Vamos
ler a vida e a obra do autor moçambicano Mia Coutoe em seguida, deixar o nosso
comentário no grupo de whatsapp sobre as nossas impressões deste escritor.
Relate alguma curiosidade que você deseja saber ou sugestão dentro do tema.
Bom
estudo!
Cientistas
africanos
Fonte: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/5-cientistas-africanas-que-voce-precisa-conhecer/
Olá
alunos e alunas!!! Nessa semana vamos abordar a biografia da cientista africana
Rapelang Rabana.
Há um ditado africano que diz: “Se você educar um homem estará educando
um indivíduo, mas se você educar uma mulher você estará educando toda uma
nação”.
Rapelang nasceu em Gaborone, Botswana, um país sem
litoral da África do Sul. Ela começou seus estudos em Gaborone antes de se
mudar para Joanesburgo e frequentar a Roedean School. Rapelang graduou-se com louvor pela Universidade da Cidade do Cabo em 2005 com um diploma
de bacharel em Ciências Empresariais com especialização em Ciência da
Computação. Rapelang Rabana é uma das empreendedoras mais respeitadas da área na
África do Sul e uma das fundadoras do CEO da Yeigo Comunications, a primeira
companhia do país a oferecer chamadas de áudio gratuitas através da internet
(via VoIP).
A partir daí, ela ganhou notoriedade
internacional e firmou parcerias com grandes empresas para o desenvolvimento
do ReKindle Learning, plataforma de
educação integrada online. Em 2013 ela estampou a capa da Forbes Africa e
figurou na lista dos 30 jovens empreendedores mais influentes do continente.
Rapelang tem a crença de que a tecnologia
móvel e Internet jogarão um papel decisivo na resolução de uma série de
desafios sócio-econômicos e escala global. Após ter passado vários anos nas
telecomunicações, atualmente ela voltou sua atenção à formação e a educação.
Rapelang é membro do Conselho de Direção da Geração Ubuntu, uma organização sem
fins lucrativos que ajuda crianças com HIV na África do Sul.
Atividade Proposta:
- Vamos ler a biografia de Rapelang Rabana e,
em seguida, deixar um comentário no grupo de whatsapp sobre as nossas
impressões desta cientista. Relate alguma curiosidade que você deseja saber ou
sugestão dentro do tema.
Bom estudo!


Achei interessante as obras de mia couto
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